Autor: Neal Shusterman 
Título Original: Thunderhead
Páginas: 496
Ano: 2018
Editora: Seguinte

Em um mundo perfeito em que a humanidade venceu a morte, tudo é regulado pela incorruptível Nimbo-Cúmulo, uma evolução da nuvem de dados. Mas a perfeição não se aplica aos ceifadores, os humanos responsáveis por controlar o crescimento populacional. Quem é morto por eles não pode ser revivido, e seus critérios para matar parecem cada vez mais imorais. Até a chegada do ceifador Lúcifer, que promete eliminar todos os que não seguem os mandamentos da Ceifa. E como a Nimbo-Cúmulo não pode interferir nas questões dos ceifadores, resta a ela observar.
Enquanto isso, Citra e Rowan também estão preocupados com o destino da Ceifa. Um ano depois de terem sido escolhidos como aprendizes, os dois acreditam que podem melhorar a instituição de maneiras diferentes. Citra pretende inspirar jovens ceifadores ao matar com compaixão e piedade, enquanto Rowan assume uma nova identidade e passa a investigar ceifadores corruptos. Mas talvez as mudanças da Ceifa dependam mais da Nimbo-Cúmulo do que deles. Será que a nuvem irá quebrar suas regras e intervir, ou apenas verá seu mundo perfeito desmoronar?

Depois de passado quase um ano que Citra Terranova foi escolhida para ser ceifadora, o seu método de coleta foi escolhida para causar discussão. Citra, ou melhor, ceifadora Anastássia, encontrava seu escolhido, dava o comunicado e um mês para que este resolvesse tudo de que precisava e ainda podia escolher a forma como queria ser coletado. Muitos viam isto da forma mais absurda, outros como uma forma de compaixão.

Já Rowan se tornou o ceifador Lúcifer. Não que ele era um ceifador. Não tinha sido escolhido. Mas agora estava coletando os ceifadores egoístas, que só coletavam por prazer. Aqueles que faziam parte da nova guarda, e que acreditavam que o melhor era coletar qualquer pessoa, sem ter cotas ou regras. Rowan se tornou temido e estava sendo perseguido.

"No entanto, a lei é clara: em nenhuma circunstância posso agir contra a Ceifa. Antes eu fosse capaz de violar a lei, pois interviria e reprimiria as trevas, mas é algo que não posso fazer. A Ceifa governa a si mesma, por bem ou por mal." Pág. 23

Greyson Tolliver sempre teve a Nimbo-Cúmulo como sua principal família. Não que ele não tivesse a sua. Seus pais estavam sempre viajando e suas irmãs achavam mais importante viver a longa vida do que estar ao seu lado. Então a Nimbo sempre foi pai, mãe e irmã. Sempre o aconselhou em momentos difíceis e tristes. E o que ele mais queria era se tornar um agente nimbo. 

Algo muito sério estava sendo tramado na Ceifa. Os ceifadores descobriram isto quando atentado contra a ceifadora Curie e Anastássia quase as coletou. Por sorte e por uma boa ação de um rapaz chamado Greyson elas conseguiram se salvar, porém Tolliver acabou sendo condenado como infrator e isso significava que a Nimbo não poderia mais conversar com ele até que sua pena terminasse. Mas agora ele tinha uma missão secreta, mas ninguém mais sabia disso.

"Eles nunca pareciam sentir saudades durante a aprendizagem dele. Numa família tão grande, mal haviam notado sua falta. Mas ele imaginou que a coleta mudava as coisas. As pessoas que ficavam se sentiam muito mais vulneráveis e davam mais valor às outras." Pág. 217
Quando a Nimbo começa a perceber movimentos diferentes na Ceifa e em regiões que não são cuidadas por ninguém e por nenhuma lei, percebe que algo muito ruim está para acontecer. Mesmo que o bem e o mal lutem há anos para sobreviver, quem parecia que já tinha partido vai voltar para tomar conta do que acredita realmente ser seu.

Não aguentava de ansiedade para ler esta continuação de O Ceifador. Até demorei um pouco mais do que eu queria para comprar meu exemplar, mas assim que chegou eu já o devorei. A forma como terminou o primeiro volume foi arrebatador e fiquei imaginando como o autor conseguiria conquistar com o segundo volume e ainda levar mais a história para o centro da ação sem ficar com a história monótona.

Como eu sou fã deste autor pela saga Fragmentados e pelo livro O Fundo é Apenas o Começo, criei uma mega expectativa e claro que fui atendida na mesma altura. O livro começa mostrando como ficou a vida de Rowan e Citra quase um ano após um deles ter sido escolhido como ceifador. Eles quase não têm mais contato e mesmo assim Rowan achou uma forma de se tornar útil para a sociedade e a Ceifa.

"Tudo isso para deixar claro o simples fato de que o governo humano - fosse uma ditadura, uma monarquia ou um governo do povo, pelo povo e para o povo - tinha de desaparecer da face da Terra." Pág. 412

Nesta obra vamos ver mais a Nimbo-Cúmulo agindo, tanto que o título de A Nuvem vem bem a calhar. O legal é que além dos capítulos detalhando a vida dos personagens tem também a da nuvem e dos seus pensamentos, o que acho altamente coerentes. É legal saber que ela vê e sabe de tudo e mesmo assim não pode interferir em nada relacionado aos ceifadores.

A entrada de um novo personagem que é um tanto principal, Greyson Tolliver, torna a situação bem atraente. Claro que na história ele vai ser um personagem injustiçado, mas é através dele que também vamos saber muita coisa a respeito da Nuvem e de todo o sistema. O legal é que também é através dele que vão voltar os tonistas, aqueles personagens que não acreditam na Ceifa e nem nas regras da Nuvem, que hoje poderíamos chamar de ateus, e que possuem suas próprias regras.

 


Uma trama muito cruel vai ser imposta nesta obra. Já está um clima de guerra no livro O Ceifador, mas nesta, o que o autor fez nem se compara. Eu nem sequer imaginava o que estava por vir. E quando aconteceu, eu não sabia se xingava, se jogava longe o livro ou se continuava a leitura com alguma esperança. Mas como sou curiosa continuei na esperança, mas o que obtive foi um final fantástico e uma ansiedade absurda pelo próximo livro.

Adoro a diagramação e a letra com tamanho maior que a editora escolhe. Dá para ler tranquilamente já que sou meio cega. O terceiro volume intitulado por enquanto como The Toll, está previsto para ser lançado em 2019. Espero que a editora Seguinte lance também para que seja uma das primeiras a ler por aqui!


Tenho em minha lista de autores e autoras favoritos alguns nomes especiais e entre eles Lucinda Riley está basicamente no topo. Para quem ainda não conhece esta autora eu indico qualquer obra dela, já que não tem nenhuma que eu tenha considerado ruim.

Um saga que ela lançou há algum tempo e que vem sendo composta por novos livros é a As Sete Irmãs. A saga conta a história das irmãs que foram adoradas por Pa Salt e que juntas, após a morte do pai adotivo, vão descobrir as suas origens. Cada livro conta a história de uma irmã e claro que o último livro ainda é um mistério.

Em novembro a editora Arqueiro está lançando mais uma obra e vou mostrar aqui no cronograma certo quais as obras desta saga já lançadas.


AS SETE IRMÃS - A HISTÓRIA DE MAIA

Em As sete irmãs, Lucinda Riley inicia uma saga familiar de fôlego, que levará os leitores a diversos recantos e épocas e a viver amores impossíveis, sonhos grandiosos e surpresas emocionantes. Filha mais velha do enigmático Pa Salt, Maia D’Aplièse sempre levou uma vida calma e confortável na isolada casa da família às margens do lago Léman, na Suíça. Ao receber a notícia de que seu pai – que adotou Maia e suas cinco irmãs em recantos distantes do mundo – morreu, ela vê seu universo de segurança desaparecer. Antes de partir, no entanto, Pa Salt deixou para as seis filhas dicas sobre o passado de cada uma. Abalada pela morte do pai e pelo reaparecimento súbito de um antigo namorado, Maia decide seguir as pistas de sua verdadeira origem – uma carta, coordenadas geográficas e um ladrilho de pedra-sabão –, que a fazem viajar para o Rio de Janeiro. Lá ela se envolve com a atmosfera sensual da cidade e descobre que sua vida está ligada a uma comovente e trágica história de amor que teve como cenário a Paris da belle époque e a construção do Cristo Redentor. E, enquanto investiga seus ancestrais, Maia tem a chance de enfrentar os erros do passado – e, quem sabe, se entregar a um novo amor.


 

A IRMÃ DA TEMPESTADE - A HISTÓRIA DE ALLY

Em A irmã da tempestade, segundo volume da série As Sete Irmãs, as vidas de duas grandes mulheres separadas por gerações se entrelaçam numa história sobre amor, ambição, família, perda e o incrível poder de se reinventar quando o destino destrói todas as suas certezas. Ally D’Aplièse é uma grande velejadora e está se preparando para uma importante regata, mas a notícia da morte do pai faz com que ela abandone seus planos e volte para casa, para se reunir com as cinco irmãs. Lá, elas descobrem que Pa Salt – como era carinhosamente chamado pelas filhas adotivas – deixou, para cada uma delas, uma pista sobre suas verdadeiras origens.Apesar do choque, Ally encontra apoio em um grande amor. Porém mais uma vez seu mundo vira de cabeça para baixo, então ela decide seguir as pistas deixadas por Pa Salt e ir em busca do próprio passado. Nessa jornada, ela chega à Noruega, onde descobre que sua história está ligada à da jovem cantora Anna Landvik, que viveu há mais de cem anos e participou da estreia de uma das obras mais famosas do grande compositor Edvard Grieg. E, à medida que mergulha na vida de Anna, Ally começa a se perguntar quem realmente era seu pai adotivo.

A IRMÃ DA SOMBRA - A HISTÓRIA DE ESTRELA

Em A irmã da sombra, terceiro volume da série As Sete Irmãs, duas jovens igualmente determinadas, porém de séculos distintos, conectam-se por meio de diários que retratam uma vida intensa de superação, amor e perdão.
Estrela D’Aplièse está numa encruzilhada após a repentina morte do pai, o misterioso bilionário Pa Salt. Antes de morrer, ele deixou a cada uma das seis filhas adotivas uma pista sobre suas origens, porém a jovem hesita em abrir mão da segurança da sua vida atual.
Enigmática e introspectiva, ela sempre se apoiou na irmã Ceci, seguindo-a aonde quer que fosse. Agora as duas se estabelecem em Londres, mas, para Estrela, a nova residência não oferece o contato com a natureza nem a tranquilidade da casa de sua infância. Insatisfeita, ela acaba cedendo à curiosidade e decide ir atrás da pista sobre seu nascimento.
Nessa busca, uma livraria de obras raras se torna a porta de entrada para o mundo da literatura e sua conexão com Flora MacNichol, uma jovem inglesa que, cem anos antes, morou na bucólica região de Lake District e teve como grande inspiração a escritora Beatrix Potter. Cada vez mais encantada com a história de Flora, Estrela se identifica com aquela jornada de autoconhecimento e, pela primeira vez, está disposta a sair da sombra da irmã superprotetora e descobrir o amor.



A IRMÃ DA PÉROLA - A HISTÓRIA DE CECI

Ceci D’Aplièse sempre se sentiu um peixe fora d’água. Após a morte do pai adotivo e o distanciamento de sua adorada irmã Estrela, ela de repente se percebe mais sozinha do que nunca. Depois de abandonar a faculdade, decide deixar sua vida sem sentido em Londres e desvendar o mistério por trás de suas origens. As únicas pistas que tem são uma fotografia em preto e branco e o nome de uma das primeiras exploradoras da Austrália, que viveu no país mais de um século antes.A caminho de Sydney, Ceci faz uma parada no único local em que já se sentiu verdadeiramente em paz consigo mesma: as deslumbrantes praias de Krabi, na Tailândia. Lá, em meio aos mochileiros e aos festejos de fim de ano, conhece o misterioso Ace, um homem tão solitário quanto ela e o primeiro de muitos novos amigos que irão ajudá-la em sua jornada.Ao chegar às escaldantes planícies australianas, algo dentro de Ceci responde à energia do local. À medida que chega mais perto de descobrir a verdade sobre seus antepassados, ela começa a perceber que afinal talvez seja possível encontrar nesse continente desconhecido aquilo que sempre procurou sem sucesso: a sensação de pertencer a algum lugar.

A IRMÃ DA LUA - A HISTÓRIA DE TIGGY
LANÇAMENTO - 12/11/2018

Em A irmã da lua, quinto volume da série As Sete Irmãs, duas jovens separadas por um século têm suas vidas entrelaçadas numa emocionante história sobre fé, tradição, paixão e sobrevivência.Entre as filhas adotivas de Pa Salt, Tiggy D’Aplièse é conhecida como a instintiva e sensível. Envolvida em sua carreira na proteção de animais selvagens, ela não sabe se está preparada para seguir as pistas de suas origens, deixadas pelo pai.Ao aceitar um novo emprego nas belíssimas Terras Altas escocesas, Tiggy fica apaixonada pela remota propriedade, administrada pelo enigmático Charlie Kinnaird. O belo cirurgião cardíaco acabou de herdá-la e enfrenta problemas para reerguê-la e transformá-la em um santuário para as espécies nativas. Em seu novo lar, Tiggy encontra o velho cigano Chilly, que altera totalmente seu destino. Ele conta que ela não só possui um sexto sentido, proveniente dos ancestrais, como há tempos foi previsto que ele a levaria até suas origens na Espanha, nas montanhas sagradas de Sacromonte, à sombra da magnífica Alhambra.Escrito com a notável habilidade de Lucinda para entrelaçar enredos emocionantes e nos transportar para épocas e lugares distantes, A irmã da lua é uma brilhante continuação para a aclamada série das Sete Irmãs, e uma leitura saborosa e reveladora.
Nem posso dizer que já estou esperando ansiosamente para ver a continuação da saga. Adoro todas as irmãs e o último livro foi muito lindo, que se passou na Austrália. 
Vai ser basicamente o meu presente de aniversário! 
Logo trago a resenha aqui para vocês! E se você quiser conhecer mais pode ir direto no site da Editora Arqueiro.




Autora: Iris Figueiredo 
Título Original: Céu sem Estrelas
Páginas: 360
Ano: 2018
Editora: Seguinte



Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

Cecília é uma garota que terminou a ensino médio e entrou na faculdade pública que mais achou adequado ao seu perfil. Sempre amou desenhar e acredita que fazer desenho industrial vai estar mais próximo de seus sonhos. Com isto também veio seu trabalho em uma pequena livraria que consegue trazer dinheiro para que ela arque com suas poucas dívidas.

Apesar de tudo isto parecer algo maravilhoso, Cecília luta diariamente com isto tudo, já que seu trabalho é temporário, ela não tem muitos amigos e precisa conviver com uma mãe que não aceita a maternidade, ter um pai que nunca apareceu e ser rejeitada o tempo todo.

"A falta de ar, de controle e a pressão no peito eram desoladoras. Eu perdia a noção do tempo e do espaço, não sabia quando aquilo ia parar, se é que ia. Era como me afogar em águas rasas, sem perceber que podia simplesmente colocar os pés no chão." Pág. 43

A mãe de Cecília casou-se novamente, porém seu padrasto no início a aceitava como uma filha. Como o passar do tempo passou a trata-la como um estorvo e a interferir na relação com sua mãe. Agora, quando sua mãe acha que ela está atrapalhando a manda embora de casa, o que acontece quase o tempo todo. A sorte é que sua avó a recebe de braços abertos com muito amor e carinho.

Iasmin é a melhor amiga de Cecília. Desde a infância as duas sempre estiveram juntas em todos os momentos. Iasmin tem uma família diferente: um irmão muito querido por quem Cecília tem uma paixão platônica, uma mãe que trabalha com moda e um pai que viaja sempre a negócios, porém uma família muito unida e pode-se considerar bem de vida.

"Acho que... - Parei. Como podia dizer à minha avó que achava que minha mãe se arrependia? Ela vivia dizendo que achava que não queria ter mais filhos, e eu me perguntava se e Paulo se ressentiam de mim por isso." Pág. 81

Porém o mundo de Cecília está ruindo. Algo dentro dela está se desfazendo e ela não consegue se controlar. Primeiro ela não consegue aceitar seu corpo e as pessoas parecem que a julgam a todo o momento. A sociedade julga o peso das pessoas e sua autoestima a está destruindo. 

De repente a única saída parece estar nos machucados que Cecília faz em seu corpo. De início parece simples, mas se torna incontrolável. E quando um relacionamento com Bernardo se inicia a paz parece voltar ao seu coração. Mas como toda a vida dela, nada dura para sempre e a escuridão toma conta de tudo.

No final parece que Cecília tem somente uma saída. E esta não é a melhor opção.

"Sentei no chão e ergui o vestido, exibindo a coxa nua. Sem pestanejar, tracei uma linha reta com a lâmina. Meus lábios se comprimiram de dor. Eu finalmente senti uma dor que podia controlar." Pág. 204

Este livro foi minha primeira leitura da autora Iris Figueiredo. Ela é famosa por outras obras que já vi muita gente comentando. E como esta obra também estava sendo bem comentada pelas redes sociais eu fiquei bastante curiosa em ler. E não deu outra: fiquei encantada.

O livro trata um tema que eu considero muito importante nos dias atuais. A questão da aceitação com o corpo, a síndrome do pânico, a depressão e todos os efeitos que isto causa nos pensamentos. A forma como a autora escreve é bem fluída e assim deixa a obra mais leve. Mesmo que o tema seja pesado não é uma história dura, pois há todo um envolvimento de diversos personagens. 

Claro que vamos ver todo o sofrimento diário e acho que isto é o mais importante: compreender o que realmente acontece. E o melhor de tudo é também entender como as ações de todos são importantes para a personagem principal.











"Quando nos importamos com alguém que vive uma luta tão profunda contra seus próprios monstros, o medo de que algo esteja fora do lugar sempre bate à porta." Pág. 321




Eu me senti no lugar da personagem e muitas vezes queria entrar na história e dar uns tapas em todos. A trama é bem cotidiana e nada foge da típica família, tanto de Cecília quanto de Iasmin. 

O lindo de ver é a questão da amizade. As pessoas precisam saber o quanto a amizade é importante sempre. O final foi lindo e ilustre e mesmo assim a autora não deu nenhum milagre para nenhum personagem. Vale a pena cada página lida. A autora merece os parabéns por nos trazer as dores e as alegrias de todas as pessoas do livro.

Acredite quando digo que muita gente passa por esta experiência é muito importante saber entender cada momento. É somente assim que evita-se o pior, a destruição total e a desesperança das pessoas.





Noite de Lobos era um filme que eu vinha esperando fazia alguma tempo na programação da Netflix. sempre anoto alguns lançamentos para quando chegar o dia não passar em branco e eu deixar para assistir só em outra
ocasião.

Então este final de semana eu me sentei em frente ao sofá para ver o que seria deste filme que foi baseado em um livro do mesmo nome, que seria um suspense. Um filme com um pouco mais de duas horas de duração e que se passa no Alasca. O que dá para pensar de algo assim?

Bem é exatamente disto que eu vou explicar agora. Desta confusão toda que acabou ficando em minha mente. 


No deserto frio e remoto do Alasca, uma caçadora de lobos encontra uma criança morta por um grupo de lobos. Durante a investigação do crime, um biólogo especialista é chamado para analisar o ocorrido. Porém, além do crime, ele se depara com uma trama que envolve uma mãe secreta, que desapareceu, e um pai que acaba de retornar do Iraque e é levado à loucura, com a notícia da morte de seu filho.
O início do filme mostra uma pequeninha cidade, se é que dá para chamar de cidade uma pequena localidade com cerca de umas 15 casas em um ambiente remoto, e uma criança brincando em frente a sua casa. Após isto a mesma cena aparece sem a criança naquele local.

A partir daí vemos a mãe da criança esperando algo e um escritor lendo uma carta onde esta mesma mãe diz que seu filho foi levado por lobos e que ela precisa de ajuda para que estes lobos sejam caçados, já que seu marido foi para a guerra e quando voltar precisa de uma explicação para o que aconteceu e que não é a primeira vez que crianças são levadas por lobos.


Logicamente que este escritor que tem conhecimento em caça aceita o desafio e vai ao encontro desta mãe. Ao chegar ao local fica sabendo sobre toda a história por trás dos desaparecimentos e vai em busca dos lobos para ver se ao menos encontra o corpo da criança para poder levá-lo até a mãe.

Porém no retorno o que ele encontra nada mais é do que uma casa vazia e o corpo da criança que foi estrangulada pela própria mãe, ou seja, uma história inventada e uma mãe em fuga. O que se sabe então é que aparentemente o que as pessoas acreditam é que ela foi possuída por um espírito do mal, um lobo do mal.


Então o marido dela, Vern, volta da guerra. Algumas pessoas da aldeia são amigos dele e um em especial o espera na rodoviária. De lá eles partem para casa. Assim começa outra parte da história porque é assim que o filme se torna uma vingança sem fim. Depois que Vern volta o que ele quer realmente é encontrar sua mulher, mas na verdade ele quer se vingar de todo mundo que deixou aquilo acontecer ao seu filho.

O cenário é lindo. Não gosto nem um pouco do Alasca em se tratando da parte de frio e isolamento, mas a fotografia do filme é bem específica, mostrando sempre um cenário isolado com um personagem ou então gerando um suspense em torno do que realmente afeta as pessoas sobre a história dos lobos.



O real problema é que de início se imagina que a trama seja realmente em algo voltado a uma história com lobos. Mas depois tudo começar a ficar altamente monótono. Tudo se baseia em mortes e mais mortes. Claro que dá para entender o contexto de dor de um pai que perde um filho e que vive em um lugar que enlouquece, mas ficou faltando muito mais.

Claro que também se entende de uma coisa meio louca em que existe uma conexão entre o casal, que há teoria de que eles são irmãos e que o pai dele já havia tentado curá-lo. Isto tudo está nas entrelinhas do filme e que sobra para a mente raciocinar.

Por ser um filme baseado em um livro fico pensando então como seria a leitura desta obra. Sabe quando se vê os personagens indo atrás para salvar alguém quando é óbvio que tudo vai dar errado? É como se todos não tivessem nada de bom senso e a cena só tivesse entrado no filme para dar um pouco mais de gás.


No final o que sobra é o mesmo que o começo: personagens perdidos. Como não costumo parar filmes no meio, aguentei as duas horas para saber se teria algum valor. Infelizmente para mim não teve.  Mesmo com bons atores na atuação o roteiro se perdeu. Vai ficar devendo desta vez, Netflix.


Estava pensando seriamente sobre o assunto de como eu posso mudar de alguma forma o mundo em poucas atitudes que eu tomo diariamente já que, logicamente, não há a possibilidade de mudar o mundo de uma forma exponencial.

A verdade é que conseguiríamos fazer algo muito grande se cada um de nó realmente fizesse um pouco que fosse e assim cada parte de um lugar ia melhorando até todo mundo estar satisfeito com o lugar onde se vive. O problema é que as pessoas tem muitas opiniões diferentes e culturas diferentes e além disso vive-se em um mundo onde o dinheiro é muito mais valorizado por certas pessoas do que o bem-estar e o amor.

A diversidade de ideias é outra coisa que hoje perturba muita gente. Muitas pessoas não aceitam as ideias umas das outras e isto acaba gerando um conflito com um sentimento de raiva e frustração, onde pessoas deixam de ser amigas somente por uma questão de partido político. Mas a pergunta mais importante é: o que você faz para mudar o mundo para melhor?



Comecei a pensar em gestos para me sentir melhor e vi que posso fazer algumas mudanças no meu cotidiano. Corrupção é algo que incomoda então passei a perceber tudo o que possa estar influenciando nisto. Aceitar algum benefício do governo que não tenha necessidade ou até mesmo direito, sempre verifico o troco que me é dado para ver se não me deram a mais ou até mesmo sempre peço para verem se estão cobrando certo, pois tem um lugar perto da minha casa que algumas vezes o sistema cobra errado e eles acabariam por perder dinheiro. Estas coisas fazem com que eu me sinta melhor.

Ambientalmente falando eu faço toda a separação de lixo, evito o máximo as sacolas plásticas no mercado, evito os canudos plásticos e tudo o que mais possa prejudicar o meio ambiente. Como faço fotos para o blog e o Instagram me proibi completamente de arrancar plantas ou flores para isto, pois sei o que quanto a fauna e a flora são importantes. Evito matar qualquer tipo de inseto, pois para mim qualquer tipo de vida é importante. Me uno a grupos de proteção aos animais, a grupos de apoios a pessoas que precisam de ajuda de qualquer tipo já que eu também sou uma pessoas que muitas vezes precisa de palavras de incentivo.

Enfim, o que quero dizer é que faço pouco mas me sinto bem no que faço. Então como sei que não posso mudar tudo, mudo um pouco que seja. E se você também fizer este pouco saiba que vai estar fazendo muito pelos outros também!






  



Autor: Diana Gabaldon
Título Original: A Breath of Snow and Ashes
Páginas: 1168
Ano: 2018
Editora: Arqueiro


Uma história sobre escolhas difíceis.
América, 1772. Poucos anos antes da guerra de independência, o caos reina na colônia. Cadáveres espalham-se pelas ruas, vizinhos lutam entre si e grupos de salteadores aterrorizam a população por toda parte. Na Carolina do Norte, o incêndio de uma cabana e o assassinato de uma família inteira anunciam mudanças perturbadoras no cotidiano dos habitantes da Cordilheira dos Frasers.
Nesse cenário, Jamie Fraser recebe uma mensagem do governador Josiah Martin. Ele pede sua ajuda para conter os rebeldes e manter o domínio da Coroa britânica sobre as terras americanas. Mas Jamie já sabe o que está por vir. Sua esposa Claire, uma viajante no tempo nascida no século XX, conhece perfeitamente o destino reservado aos súditos leais do rei da Inglaterra: exílio ou morte.
Além disso, Claire surge com uma nota de jornal de 1776 que relata a morte dos dois num incêndio. Pela primeira vez, Jamie espera que ela esteja errada sobre o futuro.
Em meio às tensões, é chegado o momento de fazer uma escolha difícil, porém inadiável. À medida que se formam as linhas de combate e lealdades são testadas, Jamie e Claire sentirão na pele que absolutamente ninguém está seguro nesse novo país.


Na Cordilheira dos Frasers agora há um clima pesado. Na realidade não só na Carolina do Norte como em diversos outros Estados, a guerra da Regulação está fazendo com que muitas pessoas queiram criar seu próprio grupo de comitê de segurança para fazer justiça e assim muitas casas estão sendo incendiadas e os proprietários mortos, pois eles simplesmente apoiam o lado errado da regulação.

"Mesmo assim, mantive minha respiração curta; o cheiro de queimado deixava o ar amargoso. Filetes de vapor subiam de vez em quando da ruína carbonizada do pequeno chalé. Com o canto do olho, vi Roger chutar um pequeno pedaço de lenha ali perto, em seguida se curvar e recolher algo do chão embaixo dele." Pág. 13

Enquanto isso Roger segue ajudando as pessoas como se fosse um religioso presbiteriano, já que a família Fraser é católica e muitos dos escoceses não aderem a este pensamento. Assim Roger resolve se tornar pastor para poder pregar para os que estão chegando na Cordilheira e assim poder dar alívio àquelas novas almas.

Todas as cidades estão em polvorosa. Muitos estão sendo sequestrados e enviados de volta à Inglaterra. Outros estão sendo saqueados. Jamie sabe que logo vai começar a revolta entre os patriotas e os legalistas e ele vai precisar escolher o lado certo, que conforme diz Claire, Roger e Brianna, que conhecem a história, a América se tornará independente.


"Quem eram aqueles homens? Quão perigosos seriam? O que estariam dispostos a fazer? O sol estava se pondo... Quanto tempo demoraria para alguém dar por falta de mim ou de Marsali e vir nos procurar? Seria Fergus ou Jamie? Até Jamie se viesse sozinho..." Pág. 251

Em River Run, Jocasta, a tia de Jamie, está reunindo diversos legalistas para que possam compartilhar do mesmo ideal. Mas onde o ouro que Hector Cameron escondeu a sua parte está correndo perigo, já que algumas pessoas também estão procurando o tesouro.

Quando Jaime é acusado injustamente de ter cometido um crime e Claire é dada como assassina, ela é levada à prisão em um período em que não há ninguém para um julgamento decente. E ao mesmo tempo muita gente se vira contra o casal em busca de vingança. É neste momento que somente as pessoas que sempre estiveram unidos mostrarão a verdadeira aliança.

E em meio a confissões, pessoas resolvendo de qual lado vão ficar e por que país irão lutar, nasce uma criança que coloca à prova a real necessidade de se voltar ao futuro para que ela sobreviva. E a este ponto todos os anos em família terão que sobreviver mais uma vez a uma separação cruel.

Impossível falar muita coisa sobre este sexto volume sem entregar toda a história. Claro que tudo está bastante avançado e qualquer detalhe para quem ainda não leu nenhum volume, ou quem ainda está no começo da saga, vai entender muito mais, porém somente pude contar o básico deste livro que foi cheio de uma base da história britânica e americana.


" Não é com o governo que estou preocupado, Sassenach. É com o pessoal aqui perto. Não foi o governo que enforcou os O'Brians e incendiou a casa deles, foi? Nem Richard Brown, nem os índios. Aquilo não foi feito por causa de lei ou de lucro; aquilo foi feito por ódio, e muito provavelmente por alguém que os conhecia." Pág. 555

Este livro é bastante extenso. São 1168 páginas que vão contar sobre os personagens que vivem na Cordilheira dos Frasers, seu estilo de vida, sua cultura, seus costumes. Claro que Diana tem aquela mente meio diabólica que não deixa escapar aqueles momentos de tensão e colocam os perigos e a ação s todo o vapor. Já de início o coração vai ser estraçalhado com a violência que a guerra da Regulação, onde casas e pessoas eram mortas. Porém Diana sabe como levar os detalhes diretamente ao leitor, fazendo com que eu me sentisse ao lado, vendo tudo de perto.

E ela não mede esforços. Não tem pena de nenhum personagem e isto logo fica claro. Ela não vai poupar ninguém. Eu sou bastante apegada em diversos personagens, só que o que parece de início aos poucos vai mudando e o que pensei que Diana estava usando para dar alguma ação na cena na verdade no final tinha toda uma coerência que me deixou boquiaberta.

Isso faz com que ninguém pareça confiável ou até mesmo leal. E aí pensei que em um momento em que a guerra para a Independência dos EUA está para começar devia ser assim mesmo, todo mundo duvidando do próprio vizinho.

"Massachusets, onde a maior parte da baderna havia ocorrido, estava agora ocupada por um tal general Gage, e a última notícia que recebêramos era que ele havia fortificado o Boston Neck, a estreita faixa de terra que unia a cidade ao continente - o que significava que Boston estava agora apartada do restante da colônia, além de sitiada." Pág. 793

Tenho que dar os parabéns para os fatos históricos. Eu sou daquele tipo de leitora que pesquisa os locais nos mapas para saber onde cada cidade fica, que pesquisa um pouco mais sobre os fatos para entender melhor sobre o que estou lendo, mas no caso de Outlander, a Diana consegue escrever muito bem sobre o que está acontecendo sem deixar a história chata e fico com aquela sensação de estar me enchendo de conhecimento.

 


E se você pensa que o tamanho do livro assusta, tire esta ideia da mente. Claro que é necessário ler os outros livros para entender tudo. Mas eu indico de olhos fechados. É um passeio pela história de diversos países.

Muitas coisas que estavam pendentes do livro anterior vão ser finalizadas nesta obra. E eu agradeci pois já estava com uma raiva de alguns personagens que queria achar uma pedra e ir para aquele tempo tentar resolver por conta própria. Sei que é loucura, mas Diana tem o dom de fazer uns personagens cruéis. Como esquecer o capitão Randall, por exemplo?

E o final do livro vai trazer mais uma surpresa de dor o coração. Então você pode esperar uma história com um início de ação, depois um pouco mais calmo e mais um final com muita ação e tristeza. Mas Outlander é assim mesmo. É por isso que engaja tantas fãs, por mostrar como o amor, a família e a amizade são tão importantes em meio ao caos.




Já faz um certo tempo que quando um filme de terror faz sucesso logo em seguida vem as continuações dos filmes e também outros filmes que se derivam dos personagens.

Assim começou A Invocação do Mal, com o casal de demonologistas que criou uma série de outros filmes que veio com A Invocação do Mal II, depois criou o Annabelle, o Annabelle II e agora traz A Freira, todos personagens que aparecem nos filmes anteriores, mas que logicamente precisam ter suas vidas contadas de alguma forma e acabam todos os filmes interligados.

Annabelle se tornou um sucesso tão grande e um personagem tão assustador que já está indo para o terceiro filme e se continuar construindo a fama não deve parar por aí.

E então eu decidi ir assistir A Freira para ver se a saga continuaria com a bela construção de seus personagens.


Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha.


O início do filme mostra duas freiras abrindo uma porta e buscando algo e de fato se deparando com esta tal freira diabólica, que tem como nome Valak. Então para dar início à trama, uma das freiras acaba cometendo suicídio, fazendo assim com que o Vaticano envie um padre com conhecimento em eventos sobrenaturais até esta abadia que está há muitos anos sem receber ninguém e com freiras enclausuradas, junto com uma noviça que ainda não fez seus votos. 

Também há o personagem de French, um rapaz que leva os mantimentos semanais para as freiras, porém nunca as encontra e é quem vai ajudar os outros personagens a chegar até ao local e explicar um pouco da história e da maldição que a população acredita existir naquele lugar remoto.


Dá para dizer que os primeiros minutos do filme são muito impostantes para compreender a história em um todo, já que são mostrados todos os aspectos da abadia e a vida dos personagens. O cenário por ser um filme de terror, vai ter aquela visão escura e logicamente não há luz elétrica no local, o que leva a mais cenas escurar o tempo todo.

Um dos pontos estranhos é que eles usam bastante piadas na história, quebrando um pouco do quesito terror do filme e também daquela sensação de estar o tempo todo esperando por alguma aparição ou um susto básico.

Por conhecer a freira de outros filmes eu imaginava que ia ser alguma outra coisa em relação ao que poderia acontecer na trama. A história sobre o que acontece ou como ela surgiu é totalmente convincente, mas como ela foi utilizada no filme acho que criou um pouco de fantasia demais. É como se pegassem um cenário macabro e colocassem um personagem assustador ali e tentassem ficar dando sustos no espectador e assim acreditassem que o filme se tornasse bom.


Se for analisar o filme como um simples filme de terror com uma história decente até pode-se considerar assim, mas se for comprar com os outros filmes da saga então A Freira acaba decepcionando. São sustos clichês, com cenas iguais o tempo todo. Personagens que correm para lá e para cá para fugir e enrolar os minutos do filme, sendo que A Freira em si é um ser do mal que às vezes dá para entender que parece algo bobinho.

O que dá para dizer que foi um ponto positivo é a atuação de noviça, a Irene, que já fez a primeira e a terceira temporada do seriado American Horror History e deixa o drama um pouco melhor. 
Outro fator que consigo dar os parabéns é o final. Nunca, jamais imaginaria que eles iam conseguir ligar os fatos da forma que eles fizeram. É quando eu olhei para os lados e fiquei de boca aberta por darem um fechamento tão triunfal. Nesta parte foi um triunfo.





Não espero que o filme tenha continuação. Mas espero que a saga venha com outras histórias mais concretas e que liguem mais os personagens e que eles apareçam em outros filmes também.



Chegando Outubro e a Editora Arqueiro vem bombando com as novidades. Mais uma vez aparece o tio Nick, Nicholas Sparks que já estava me deixando com saudades. 

Também tem mais uma obra de Eloisa James com a continuação das obras baseadas nos contos de fadas e melhor do que nunca a minha querida autora Kristin Hannah.

Dá só uma olhada o que vem por aí:




A TORRE DO AMOR
Eloisa James

Quando Gowan, o magnífico duque de Kinross, decide se casar, seu plano é escolher uma jovem adequada e negociar o noivado com o pai dela. Ao conhecer Edie no baile de apresentação dela à sociedade, ele acredita que, além de linda, ela também seja a dama serena que ele procura e imediatamente pede sua mão.Na verdade, o temperamento de Edie é o oposto da serenidade. No baile, ela estava com uma febre tão alta que mal falou e não conseguiu prestar atenção em nada, nem mesmo no famoso duque de Kinross. Ao saber que seu pai aceitou o pedido do duque, ela entra em pânico. E quando a noite de núpcias não é tudo o que podia ser...Mas a incapacidade de Edie de continuar escondendo seus sentimentos faz com que o casamento deles se desintegre e com que ela se recolha à torre do castelo, trancando Gowan do lado de fora.Agora o poderoso duque está diante do maior desafio de sua vida. Nem a ordem nem a razão funcionam com sua geniosa esposa. Como ele conseguirá convencê-la a lhe entregar as chaves não só da torre, mas também do próprio coração?

A GRANDE SOLIDÃO
Kristin Hannah

Alasca, 1974.Imprevisível. Implacável. Indomável.Para uma família em crise, o último teste de sobrevivência.Atormentado desde que voltou da Guerra do Vietnã, Ernt Allbright decide se mudar com a família para um local isolado no Alasca.Sua esposa, Cora, é capaz de fazer qualquer coisa pelo homem que ama, inclusive segui-lo até o desconhecido. A filha de 13 anos, Leni, também quer acreditar que a nova terra trará um futuro melhor.Num primeiro momento, o Alasca parece ser a resposta para tudo. Ali, os longos dias ensolarados e a generosidade dos habitantes locais compensam o despreparo dos Allbrights e os recursos cada vez mais escassos.Porém, o Alasca não transforma as pessoas, ele apenas revela sua essência. E Ernt precisa enfrentar a escuridão de sua alma, ainda mais sombria que o inverno rigoroso. Em sua pequena cabana coberta de neve, com noites que duram 18 horas, Leni e a mãe percebem a terrível verdade: as ameaças do lado de fora são muito menos assustadoras que o perigo dentro de casa.A grande solidão é um retrato da fragilidade e da resistência humana. Uma bela e tocante história sobre amor e perda, sobre o instinto de sobrevivência e o aspecto selvagem que habita tanto o homem quanto a natureza.

A PRINCESA DAS CINZAS
Laura Sebastian

A jovem Theodosia tem seu destino alterado para sempre depois que seu país é invadido e sua mãe, a Rainha do Fogo, assassinada. Aos 6 anos, a princesa de Astrea perde tudo, inclusive o próprio nome, e passa a ser conhecida como Princesa das Cinzas.A coroa de cinzas que o kaiser que governa seu povo a obriga a usar torna-se um cruel lembrete de que seu reino será sempre uma sombra daquilo que foi um dia. Para sobreviver a essa nova realidade, sua única opção é enterrar fundo sua antiga identidade e seus sentimentos.Agora, aos 16 anos, Theo vive como prisioneira, sofrendo abusos e humilhações. Até que um dia é forçada pelo kaiser a fazer o impensável. Com sangue nas mãos, sem pátria e sem ter a quem recorrer, ela percebe que apenas sobreviver não é mais suficiente.Mas a princesa tem uma arma: sua mente é mais afiada que qualquer espada. E o poder nem sempre é conquistado no campo de batalha.

VOX
Christina Dalcher

O governo decreta que as mulheres só podem falar 100 palavras por dia. A Dra. Jean McClellan está em negação. Ela não acredita que isso esteja acontecendo de verdade.Esse é só o começo...Em pouco tempo, as mulheres também são impedidas de trabalhar e os professores não ensinam mais as meninas a ler e escrever. Antes, cada pessoa falava em média 16 mil palavras por dia, mas agora as mulheres só têm 100 palavras para se fazer ouvir....mas não é o fim.Lutando por si mesma, sua filha e todas as mulheres silenciadas, Jean vai reivindicar sua voz.

ALMAS GÊMEAS
Nicholas Sparks

Hope Anderson está numa encruzilhada. Aos 36 anos, ela namora o mesmo homem há seis, sem perspectiva de casamento. Quando seu pai é diagnosticado com ELA, Hope resolve passar uma semana na casa de praia da família, na Carolina do Norte, para pensar nas difíceis decisões que precisa tomar em relação ao próprio futuro.Tru Walls nasceu numa família rica no Zimbábue. Nunca esteve nos Estados Unidos, até receber uma carta de um homem que diz ser seu pai biológico, convidando-o a encontrá-lo numa casa de praia na Carolina do Norte. Intrigado ele aceita e faz a viagem.Quando os dois estranhos se cruzam na praia, nasce entre eles uma ligação eletrizante e imediata. Nos dias que se seguem, os sentimentos que desenvolvem um pelo outro os obrigam a fazer escolhas que colocam à prova suas lealdades e reais chances de felicidade.

OUTLANDER - A CRUZ DE FOGO - REEDIÇÃO
LIVRO CINCO - VOLUME ÚNICO
Daiana Gabaldon
O ano é 1771. Na Carolina do Norte, conserva-se a duras penas um frágil equilíbrio entre a aristocracia colonial e os esforçados pioneiros. E entre esses dois lados prestes a entrar em conflito está Jamie Fraser, um homem de honra exilado de sua amada Escócia. Convocado a liderar uma milícia para conter as insurgências, ele sabe que quebrar o juramento que fez à Coroa inglesa o tornará um traidor, mas mantê-lo será a certeza de sua ruína. A guerra se aproxima, garantiu-lhe sua esposa, Claire Randall. E, mesmo não querendo acreditar nesse triste futuro, Jamie Fraser está ciente de que não pode ignorar o conhecimento que só uma viajante do tempo poderia ter. Afinal, a visão única de Claire já os colocou em risco, mas também lhes trouxe salvação.A cruz de fogo é uma envolvente história sobre o empenho de Jamie em proteger sua família, construir uma comunidade e manter suas terras às vésperas de um conflito histórico. Nesses esforços, ele é ajudado por sua mulher, sua filha Brianna e seu genro Roger MacKenzie, que nasceram no século XX e agora tentam se adaptar à tortuosa vida do século XVIII.
Para quem anda reclamando que não consegue as capas originais de Outlander, corre para comprar esta nova edição em volume único antes que acabe e já se prepara porque a quarta temporada está quase pronta para vir ao ar!
Se você quer saber mais pode ir até o site da Arqueiro e conhecer mais outros livros que já estão prontos para publicação, inclusive o da linda Lucinda Riley com a continuação da saga As Sete Irmãs.