E senhoras e senhores vamos começar a comemorar! A Netflix promete e ela cumpre! Como ela fechou o contrato com o grande autor Harlan Coben para levar em formato de minissérie várias obras do autor, já vai começar este mês com um dos livros que eu gostei muito.

Não Fale com Estranhos foi uma obra lançada em 2016 e fala sobre a vida de uma família perfeita, até que uma estranha chega e começa a falar sobre a esposa de Adam Price, o personagem principal e ali ele percebe que na verdade nunca conheceu de verdade a pessoa que ama e então vai começar a investigar tudo e...

Bom, não posso contar para você, certo? Estragaria muita coisa! Eu fiz uma resenha sobre o livro que você pode ler aqui.

E repasso mais informações:


NÃO FALE COM ESTRANHOS
Harlan Coben

O estranho aparece do nada e, com poucas palavras, destrói o mundo de Adam Price. Sua identidade é desconhecida. Suas motivações são obscuras. Mas suas revelações são dolorosamente incontestáveis. 

Adam levava uma “vida dos sonhos” ao lado da esposa, Corinne, e dos dois filhos. Quando o estranho o aborda para contar um segredo estarrecedor sobre sua esposa, ele percebe a fragilidade do sonho que construiu: teria sido tudo uma grande mentira? 

Assombrado pela dúvida, Adam decide confrontar Corinne, e a imagem de perfeição que criou em torno dela começa a ruir. Ao investigar a história por conta própria, acaba se envolvendo num universo sombrio repleto de mentiras, chantagens e assassinatos.

Intrigante e perturbador, Não fale com estranhos é mais que um suspense de tirar o fôlego. É uma reflexão sobre o bem e o mal, o amor e o ódio, o certo e o errado, os segredos, as mentiras e suas consequências devastadoras.

E pode vir assistir o trailer também, pois dia 30 de janeiro você já vai poder conferir toda esta história.
Lá vem o Harlan olê, olê, olá!

 
 
E sabe que tem detalhes que não me recordo? Vou logo assistir para me lembrar, apesar de recordar o final! Amo um suspense!

Se tem um assunto que que estou sempre lendo sobre é a questão das guerras. É algo que eu gosto de aprender, mesmo sabendo de tudo que causou. Logicamente é algo que desejo que jamais aconteça e ver como cada nova guerra modifica com a tecnologia só assusta mais a cada dia. 

Mas conhecer a face de certos líderes é uma das coisas que eu gosto. Hitler era uma pessoa cruel, isso não se pode negar, porém também tinha um grande intelecto para questões estratégicas e acredito que isto é que gere interesse em conhecer quem ele era.

E está chegando mais um livro pela editora Objetiva que vai contar um pouco mais sobre a fase jovem dele.

O JOVEM HITLER
Os Anos de Formação do Fürer
Paul Ham
Editora Objetiva
Lançamento: 28/02/2020

Biógrafos normalmente deixam em segundo plano a história de Hitler na Primeira Guerra Mundial. Censores nazistas fizeram de tudo para suprimir os fatos de sua juventude, e, para a maioria das pessoas, seu papel na Grande Guerra permanece obscuro.
Quando jovem, ninguém diria que Adolf Hitler seria o futuro líder da Alemanha, conquistador da Europa e exterminador dos judeus. Sem ambições acadêmicas e com poucos amigos, ele era teimoso e obstinado, considerado excêntrico e sem habilidades sociais. Então, quais combinações de traços, circunstâncias e eventos o moldaram para que se tornasse quem se tornou?
As respostas estão nas experiências de sua juventude, em Linz, Viena e Munique, e como um jovem soldado na Grande Guerra. Quando Hitler foi para a guerra, em 1914, com 25 anos, embarcou no que mais tarde definiria como "a experiência mais estupenda da vida". Ao fim da guerra, na cama de um hospital e temporariamente cego pelo gás de mostarda, ele abriu os olhos em um novo e terrível mundo: a Alemanha havia sido derrotada e o Kaiser estava foragido.
Hitler, porém, nunca aceitou esses eventos. A guerra foi uma marca dolorosa em sua personalidade, e dela nasceu a determinação para a vingança contra os "criminosos" que assinaram o armistício, contra os socialistas que ele acusava de esfaquear o exército pelas costas e, mais violentamente, contra os judeus.

Para quem quiser conhecer mais sobre o lançamento e outros livros da editora pode ir direto para o site da Companhia das Letras.


E que rufem os tambores! O que está na verdade mais para matar os leitores do coração.
Saiu uma prévia de data para o lançamento do sexto livro da saga As Sete Irmãs que tanto se estava esperando. Pelo menos eu estava quase morrendo de sede literária.

Vamos finalmente saber sobre a vida de Electra D'Apliese, a garota modelo que mora na Califórnia. E depois como será que vai ficar a história? Se são sete irmãs? E Pa Salt? Ai, gente! Que curiosidade!

O que sei é que a previsão de mês será maio para o lançamento nacional. Então teremos uns meses para aguardar. Mas vamos ver a sinopse e algumas capas internacionais.





Para o mundo exterior, Electra d'Apliese parece ser a mulher que tem tudo: como uma das principais modelos do mundo, ela é linda, rica e famosa. Mas sob o verniz, e alimentado pela pressão da vida que ela leva, o já tênue controle de Electra sobre seu estado mental foi abalado pela morte de seu pai, Pa Salt, o ilusório bilionário que adotou suas seis filhas como bebês de todo o mundo. globo. Lutando para lidar com isso, ela se volta para o álcool e as drogas para aliviar a dor e, como aqueles que têm medo de sua saúde, Electra recebe uma carta de um completo estranho que afirma ser sua avó. . . Em 1939, Cecily Huntley-Morgan chega ao Quênia de Nova York para cuidar de um coração partido. Ficando com sua madrinha, um membro do famoso conjunto Happy Valley, às margens do belo lago Naivasha, ela conhece Bill Forsythe, um notório solteirão e criador de gado com conexões próximas à orgulhosa tribo Maasai. Quando um desastre ocorre e a guerra é iminente, Cecily decide que não tem escolha a não ser aceitar a proposta de Bill. Subindo para o vale Wanjohi, e com Bill fora, Cecily se vê isolada e sozinha. Até que ela descobre um bebê recém-nascido abandonado na floresta ao lado de sua fazenda



Enquanto março não chega dá para ir conferindo outros títulos da autora através do site da Arqueiro.

Agora estou lendo A Sala das Borboletas!



Uma das minisséries mais aguardadas da Netflix entrou no catálogo logo no início de janeiro deste ano e já fui me jogar no sofá para ver o que poderiam fazer para chamar a atenção. E o que fizeram? Acredito que Drácula possa chorar.

FILME: Drácula

NOME ORIGINAL:  Dracula

NACIONALIDADE: Reino Unido

DURAÇÃO: 90 minutos / 3 episódios

ANO: 2020

GÊNERO: Terror 


Na Transilvânia de 1897, o Conde Drácula (Claes Dang) apavora uma cidade da Inglaterra vitoriana com seus sangrentos crimes contra a humanidade. Intrigante e mortal, a misteriosa figura do vampiro consegue capturar a atenção de todos aqueles que cruzam o seu caminho, atraindo vítimas e conquistando inimigos.
Para quem não conhece de onde surgiu a história do famoso Drácula, na verdade ele veio da ideia do autor Bram Stoker e foi escrito em 1897. Logicamente Drácula é uma espécie de homem vampiro que muito acreditam que realmente tenha existido em uma forma de homem que gostava de matar homens e beber seu sangue, na Transilvânia.

E então os amantes da história podem voltar a conhecer um pouco mais pelos três episódios com duração de 1 hora e meia cada um. Eu que ainda não li a famosa obra do Bram, já fui correndo saber como seria, mesmo que já tenha visto filmes sobre o famoso conde.

De início vamos começar tudo lá pelo castelo do Drácula, em 1897, quando um advogado precisa ir até o mesmo para discutir algumas informações. A partir deste primeiro capítulo vamos conhecer a vida no castelo, como está o conde e o que ele realmente é. Lógico que o pobre advogado vai começar a sofrer com alucinações e a viver de uma maneira bem intensa.

E é a partir daí que metade do episódio também mostra este mesmo advogado em um local onde está se tratando e uma freira tenta entender o que realmente aconteceu com ele, já que conseguiu escapar do temível Drácula. Uma freira cética com sobrenome Van Helsing. Este sobrenome lhe recorda algo?


Para quem for esperar muito efeito especial já vou lembrando que é algo bem gótico, bem dark, com efeitos trash, daqueles filmes mais antigos, com sangue espirrando de forma dramática mesmo. Neste ponto foi uma boa surpresa voltar a estes tempos de filmes que mostram o verdadeiro lado da crueldade do Drácula que se mostra bem cruel em seus atos e uma pessoa normal.

Em certos momentos eu até imaginava que parecia cinema antigo, mas recordei que era justamente este cenário que o Drácula nos faz recordar e até temer. O bom é que em momentos ele até parecia um personagem frágil. Claro que o roteiro tem seus furos e quando ele resolve ir até onde as freiras estão e não pode entrar por lógico, um vampiro somente poder entrar quando é convidado, foi algo meio cômico. Ele sai de dentro de um lobo, todo cheio de sangue e fica nu e conversando por longos minutos implorando misericórdia. Isso foi uma cena bastante patética.


E eis que no segundo episódio o conde resolve ir para a Inglaterra a bordo de um navio. Foi o segundo episódio que me fez gostar mais do conjunto. Até então ver tudo pelos olhos da época, o cenário, a fotografia estava excelente. E colocar diversos personagens dentro de um navio de forma que se tornaria uma certa carnificina por questões específicas que são explicadas ao longo do episódio foi um sabor à parte.

O melhor é que há um personagem que faz a lógico valer mais a pena ainda, e que logicamente é o que acaba salvando mais a minissérie, senão acredito que somente pelo Drácula poderia ter parado no primeiro episódio mesmo. Adoro o estilo gótico e a maneira da psicologia da freira Van Helsing. É como entrar na mente de todos e fazer-se questionar quem cada um realmente é.


E com uma bela visão de término de segundo episódio conseguem destruir por completo a obra com o terceiro episódio quando passados 123 anos vamos ver o Drácula em 2020 chegando à Inglaterra e descobrindo a modernidade.

A partir daí tudo foi por água abaixo. Piada após piada ele vai vivenciar a tecnologia, paixões bobas e reencontrar pessoas. E foi então que percebi que destruíram uma imagem de um personagem que colocava medo nas pessoas simplesmente por ser ele mesmo e o puseram em um pedestal para ser ninguém.

O final até que é um pouco decente, mas questão dos 20 minutos finais. O restante do episódio pode ser descartado. E continuação? Depois de ele parar em 2020? Seria triste ver ele continuar em uma modernidade que nem sequer conseguiu deixar um Drácula como um personagem que ele é: um mito que causa arrepios.


Quem já leu o livro O Demonologista e Os Condenados e curtiu algum deles, então vai gostar da novidade.

Vem chegando um lançamento da editora Darkside de mais um livro do autor Andrew Pyper para os que gostam de histórias de terror e posso afirmar que já li os livros do mesmo e gostei demais. Ele tem um jeito de colocar a narração que faz com que eu me prenda completamente na história, além de ter um toque de terror que é cheio de adrenalina.


A CRIATURA
Andrew Pyper
Lançamento: 17/02/2020

Dois séculos de terror esperam por você em A Criatura, o novo lançamento do autor de O Demonologista e Os Condenados pela DarkSide® Books. Como bem pontuou o mestre Stephen King, “o medo clássico tem um novo nome: Andrew Pyper”. Para dar vida à sua própria criatura, Pyper dissecou alguns dos monstros sagrados do século XIX. Mary Shelley, Robert Louis Stevenson e Bram Stoker viram personagens do livro e se inspiram num ser imortal e cruel para escreverem suas obras-primas góticas. Assim, os mitos de Frankenstein, O Médico e o Monstro e Drácula ganham novas perspectivas e ficam tão assustadores como em suas origens. A Criatura é muito mais do que uma homenagem aos mestres do passado. Sua narrativa costura elementos de thriller policial e terror psicológico com forças sobrenaturais além de nossa compreensão. O mal se apresenta em diversas formas, e ele pode estar vigiando o seu lar neste exato momento. A história se inicia quando a dra. Lily Dominick, uma psiquiatra forense, precisa avaliar a sanidade de um criminoso. Só que este não é o típico psicopata com quem ela está acostumada a lidar. Há algo diferente neste homem. Algo mágico, sinistro e íntimo, que, de alguma maneira, parece conectado com sua infância, no Alasca. Quando tinha apenas seis anos, sua mãe morreu de forma brutal e misteriosa. Ao contrário do que concluiu a polícia na época, ela sabe que o responsável não foi um urso faminto. Entre lembranças imprecisas e pesadelos constantes, Lily esconde uma certeza: quem matou sua mãe foi... um monstro real. Com dois protagonistas que vivem a dinâmica combativa e fascinante de Clarice Starling e Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes, A Criatura envereda o leitor por um manicômio abandonado em Budapeste, um teatro vazio no West End de Londres e até mesmo uma cela subterrânea na Romênia. Tudo isso numa narrativa que não deixa o leitor largar o livro por nada ― nem ao menos um monstro ― nesse mundo.

 

Como as capas internacionais estão com um nome bem diferente do escolhido pela Darkside, preciso ler a história para entender a escolha do nome. Mas acho que vai ser bem coerente do que O Filho Único, que é o escolhido no lançamento de alguns ou original que é A Criança Roubada.

Que a editora continue investindo nos lançamentos do autor aqui no Brasil.


Não é nada suficiente estar lendo os livros que tenho da autora Julia Quinn. Semana passada, inclusive, consegui ler Um Cavalheiro a Bordo, que é o terceiro livro da saga Os Rokesbys e adorei demais.

Eis que vamos começar o ano de 2020 com mais uma saga da autora, que vai ter a série dos famosos Bridgertons lançada pela Netflix.

HISTÓRIA DE UMA GRANDE AMOR 
Trilogia Bevelstoke - Volume 1
Lançamento: 14/01/2020

Aos 10 anos, Miranda Cheever já dava sinais claros de que não seria nenhuma bela dama. E já nessa idade, aprendeu a aceitar o destino de solteirona que a sociedade lhe reservava.Até que, numa tarde qualquer, Nigel Bevelstoke, o belo e atraente visconde de Turner, beijou solenemente sua mãozinha e lhe prometeu que, quando ela crescesse, seria tão bonita quanto já era inteligente. Nesse momento, Miranda não só se apaixonou, como teve certeza de que amaria aquele homem para sempre.Os anos que se seguiram foram implacáveis com Nigel e generosos com Miranda. Ela se tornou a mulher linda e interessante que o visconde previu naquela tarde memorável, enquanto ele virou um homem solitário e amargo, como consequência de um acontecimento devastador.Mas Miranda nunca esqueceu a verdade que anotou em seu diário tantos anos antes. E agora ela fará de tudo para salvar Nigel da pessoa que ele se tornou e impedir que seu grande amor lhe escape por entre os dedos.
 

Nem preciso falar que vou ler a trilogia toda. Amo muito romance de época e a autora sabe como cativar em sua escrita. Já vou começar 2020 colocando mais livros na minha lista sem fim. 
Logicamente não tem que ter fim, se tivesse algo estaria totalmente errado.

E você, gostou da novidade?



E em janeiro vai chegar mais um volume da querida escritora Nora Roberts. Lógico que a editora Arqueiro está sempre lançando novidades e este é o segundo volume da série Crônicas da Escolhida. O primeiro volume foi o Ano Um e agora vamos ver qual será o segundo volume:

Nora Roberts
Lançamento: 07/01/2020


                               
Fallon Swift pouco conhece do mundo que existiu antes da Catástrofe. As cidades estão destruídas, gangues de criminosos e de fanáticos religiosos cruzam as estradas à procura de sua próxima vítima e aqueles que têm poderes mágicos como ela continuam sendo caçados.                                                
Prestes a completar 13 anos, Fallon sabe que se aproxima o dia em que sua verdadeira natureza, sua identidade como A Escolhida, será revelada. No meio da floresta, ela começará seu treinamento sob a orientação do feiticeiro Mallick, que vem apurando as próprias habilidades ao longo de séculos.                                                        
A menina aprenderá métodos antigos de cura e técnicas de luta, conviverá com fadas, elfos e metamorfos e precisará descobrir dentro de si um poder que nunca imaginou possuir. Quando o momento certo chegar, Fallon vai empunhar a espada e o escudo e partir para cumprir sua missão.                                                          
Até que ela cresça o suficiente para se tornar a mulher que está destinada a ser, o mundo continuará em perigo. Fallon Swift é A Escolhida, e só ela poderá salvar a humanidade.




Nora Roberts
Lançamento: 10/06/2019


Tudo começa na noite de Ano-Novo. A doença se alastra rapidamente. Em questão de semanas, a rede elétrica para de funcionar, as leis e o sistema de governo entram em colapso e mais da metade da população mundial é dizimada.
Onde existia ordem, agora só há caos. E conforme o poder da ciência e da tecnologia diminuíam, a magia crescia e tomava o seu lugar. Uma parte dessa magia é boa, como a feitiçaria praticada por Lana Bingham no apartamento que divide com o amante, Max. Outra parte dela, no entanto, é inimaginavelmente maligna, e pode se esconder em qualquer canto, numa esquina, nos fétidos túneis sob o rio ou dentro daqueles que você mais ama e conhece…
Espalham-se rumores de que nem os imunes nem os dotados estão a salvo das autoridades que patrulham as ruas devastadas, então Lana e Max resolvem deixar Nova York. Outros viajantes também seguem esperançosos para o oeste: Chuck, um gênio da tecnologia que mantém o bom humor em um mundo off-line; Arlys, uma jornalista que insiste em buscar e registrar a verdade; Fredinha, uma jovem com um otimismo que parece fora do lugar nessa paisagem desoladora; Rachel e Jonah, médica e paramédico, determinados a proteger uma jovem mãe e seus três bebês recém-nascidos.
Em um mundo em que cada estranho no caminho pode representar a morte ou a salvação, nenhum deles sabe o que encontrarão. Porém, um novo horizonte os aguarda, a concretização de uma profecia ancestral que transformará a vida de todos os sobreviventes.
O fim chegou. O início é o que vem agora.

Ainda há um terceiro livro sem data definida, mas como as capas estão seguindo a mesma lógica das internacionais, esta é a terceira:




Você pode pesquisar estes e mais lançamentos direto no site da Arqueiro, clicando aqui.








Você talvez esteja se perguntando como é que alguém demorou tanto para assistir a um filme que já saiu há um bom tempo em cartaz e mais ainda saiu a publicação do livro, sendo que já tem disponível a trilogia completa da trama, certo?

Bem, vamos ter que chegar a certas conclusões em que houve filmes sobre questões onde os personagens estavam doentes ou então ficavam doentes e que tem toda aquela parte de sofrimento geral e coloca todo mundo para chorar. Eu percebi que a comoção era muito grande e não quis arriscar a ser uma das que assistia e morria chorando.

E eis que, por estar repassando os filmes na Netflix e não estar com nenhum especial na manga, vi aquele passando na “timeline” e acreditei que estava pronta para o sucesso de público. Pronta para a história que conquistou o público.

E quando terminou eu estava totalmente arrasada, chocada e destruída que levou mais de uma semana para me recuperar de um baque que se formos analisar era somente a história de um filme e que já vi outros milhares. E então, qual a razão de o filme machucar tanto ou marcar tanto?

Se você ainda não assistiu ao filme talvez não seja o momento certo de continuar a ler este post, pois vai conter spoilers da trama. E falo do filme, já que não li o livro e sei que ele é bem mais completo.



Primeiro temos a querida Louisa Clarke, uma mulher que mora com seus pais, avô, irmã e sobrinho. Moram em uma pequena cidade do País de Gales onde não há mais muitas oportunidades de emprego e que a economia já não é das melhores. Assim, já temos a visão de que Lou, que namora há um tempão com uma pessoa que pensa mais em si do que no relacionamento a dois, luta arduamente para que sua família esteja sempre bem.

Acredito que a partir daí as leitoras e espectadoras já vão de identificar muito com a personagem, tendo em vista que Lou tem o sonho de ir para uma faculdade, porém decidiu ficar naquela cidade para ajudar os pais, aceita as propostas bobas que o namorado faz para agradá-lo e se mantém positiva para não magoar ninguém. Quem nunca foi assim?

Em segundo tempo Will Trainor, um homem lindo, com uma namorada linda, rico e cheio de adrenalina. Pratica todo tipo de esportes, ama a vida, é um ótimo profissional bem-sucedido e que de repente se vê em uma cadeira de rodas totalmente sem movimentos. E que precisa de uma cuidadora.

Então logicamente a história está formada. Aparentemente uma bela história que deveria terminar com muito amor e paixão. Só que não. E é aí que mesmo que todas desejassem o contrário, o choque da decisão foi muito dolorido. No filme, Will Trainor já havia tomado a decisão da eutanásia, por não aguentar a dor de viver daquela forma mesmo ainda não tendo conhecido Lou. E a pergunta que fica é: Foi egoísmo?

Fui uma das que chorou imensamente com o final. Não queria aceitar o fato de que eles estavam apaixonados e mesmo assim ele estava se despedindo da vida. Era tudo tão lindo. Tão poético. Mas se olharmos pelo lado real da situação, o que não foi mostrado veremos que a dor de Will era muito maior.


Imagine-se sem poder mover nem uma parte do seu corpo. Somente ter as expressões faciais? Sentir dores terríveis e pesadelos constantes com a vida anterior? Ver pessoas vivendo o tipo de vida que ele deseja, vendo o amor da vida dele não tendo a vida que ele quer que ela viva? Ou poder sentir de alguma outra forma tudo isto? O filme mostra um pouco a rotina de Will e só consigo pensar o quanto ele sofria com as doenças.

E mesmo assim machuca. A ideia de que Lou sonhou com aquilo tudo. Que deixaria todos os seus outros sonhos para trás para ficar com ele. Que tentou de todas as formas fazê-lo desistir daquela ideia. Me senti tão destruída quanto ela. Como se já tivesse desistido de muitas coisas por um amor e já tivessem me deixado também. E mesmo assim parece que fiquei lá, até o fim, esperando para ver se poderia haver alguma mudança de opinião.

E é por isso que Como eu era antes de você machuca tanto. Porque nos faz pensar como lutamos tanto. E como nem sempre ganhamos. Mas vale a pena sonhar. Mesmo que no fim alguém desista, os momentos bons vão seguir junto conosco para sempre.